Política

Maurício Buffon e Dari Fronza participam de audiência pública e defendem solução urgente para ponte da BR-235 em Pedro Afonso

Candidatos reforçam apoio aos produtores rurais e à sociedade tocantinense e cobram medidas urgentes para solucionar a interdição da ponte na BR-235.

Os candidatos Maurício Buffon, à Câmara dos Deputados, e Dari Fronza, à Assembleia Legislativa do Tocantins, participarão nesta sexta-feira (7), às 9h, da audiência pública que discutirá alternativas para solucionar a interdição da ponte da BR-235, em Pedro Afonso. O encontro será realizado no Colégio Militar da cidade e reunirá produtores rurais, lideranças políticas, representantes de entidades e a comunidade.

A interdição da ponte tem causado prejuízos à população e ao setor produtivo, comprometendo o escoamento da produção, elevando custos logísticos e dificultando o deslocamento de milhares de pessoas que dependem da rodovia.

Para Maurício Buffon e Dari Fronza, o momento exige união de esforços e uma resposta imediata do Governo Federal para restabelecer a trafegabilidade da BR-235.

“É urgente a solução deste problema. Não poderíamos deixar de estar ao lado dos produtores e da sociedade tocantinense neste momento, como sempre fizemos desde que chegamos ao Tocantins. Essa é uma causa que vai além do setor produtivo: afeta famílias, trabalhadores, empresas e o desenvolvimento de toda a região”, afirmam.

Dari Fronza, que vive no Tocantins há mais de 20 anos, e Maurício Buffon, há quase 17 anos, destacam que conhecem de perto a realidade dos municípios e os desafios enfrentados por quem produz e gera empregos no estado.

Durante a audiência, ambos defenderão que o Governo Federal trate a situação como prioridade, com a adoção de medidas rápidas e efetivas para garantir a recuperação da ponte e devolver segurança e normalidade ao tráfego na BR-235.

“A infraestrutura é essencial para o desenvolvimento. Não é possível aceitar que uma rodovia tão importante permaneça nessa situação. Vamos acompanhar essa discussão de perto e cobrar agilidade para que a população e os produtores tenham uma resposta concreta”, concluem.

Por: Nadya Mayara

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